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Reuniões: Segundas - 21.30h

 


CURSO_DE_ÁRBITROS


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Assembleia-Geral

Presidente: Filipe Faria

Secretário: António Mota

Secretário: Pedro Costa

 

Direcção

Presidente: Renato Mendes

Vice-Presidente: António Ribeiro

Tesoureiro: Nicolas Oliveira

Secretário: Francisco André Barros

Vogal: Luís Cunha

 

Conselho Fiscal e Disciplinar

Presidente: Paulo Jorge Gonçalves

Secretário: Rui Mota

Relator: Jorge Lemos


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NOTÍCIAS


Nomeações Consulta: Nomeações FPF - Nomeações AFB - Nomeações LPFP

 

Fontes: lpfp.pt; afbraga.com; fpf.pt.



 

1º Teste - 1ª Categoria Distrital - Época 2009/2010

 


 

Normas e Instruções para Árbitros Fut11 2009/2010 - NOVO - 

 


 

És fã de futebol? Responde a este questionário!!!

 http://www.zoomerang.com/Survey/?p=WEB229JFJWJ9J5

N.A.A - Segunda -Feira , 07 Outubro 2009


 

CURSO DE CANDIDATOS A ÁRBITROS NO NÚCLEO DO AVE

 

O núcleo de árbitros do ave vai iniciar uma acção de formação de Candidatos a árbitros, o mesmo funcionará em regime nocturno, duas vezes por semana em dias a definir com o grupo de candidato.

ESTÁS INTERESSADO? TENS PAIXÃO PELO FUTEBOL? QUERES AJUDAR A ARBITRAGEM?

 

INSCREVE-TE JÁ AQUI>>>>>>>>>>>FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO ONLINE

 

N.A.A - Segunda -Feira , 07 Outubro 2009


 

NOVO RELATÓRIO DE JOGO DA AFB (VERSÃO EM EXCEL)

 

Descarregar>>Relatório Jogo 2009/2010

 

N.A.A - Segunda -Feira , 07 Outubro 2009


Datas da 1ª Acção de Formação

 

ÁRBITROS 1.ª CATEGORIA DISTRITAL FUT11 – QUADRO MASCULINO

 

29 de Agosto (Sábado) de 2009

(Estádio 1.º de Maio - Braga)

9h30 – Provas físicas - 1.º Grupo (A a L)

10h30 – Provas físicas – 2.º Grupo (Restantes)

 

29 de Agosto (Sábado) de 2009

14h00 – Acção de Formação (Auditório A.F. Braga)

 

11 de Setembro (Sexta) de 2009

21h00 - Teste Escrito (Auditório A. F. Braga)

 

ÁRBITROS 2.ª CATEGORIA DISTRITAL FUT11 QUADRO MASCULINO MENOS DE 32 ANOS (INCLUSIVE)

 

05 de Setembro (Sábado) de 2009

09h00 – Acção de Formação - (Auditório A.F. Braga)

 

06 de Setembro (Domingo) de 2009

(Estádio 1.º de Maio – Braga)

8h30 – Provas físicas - 1.º Grupo (A a H)

9h30 – Provas físicas – 2.º Grupo (J a O)

10h30 – Provas físicas – 3.º Grupo (P a Z)

 

18 de Setembro (Sexta) de 2009

21h00 - Teste Escrito (Auditório A. F. Braga)

 

ÁRBITROS 2.ª CATEGORIA DISTRITAL FUT11 – MAIS DE 32 ANOS

 

05 de Setembro (Sábado) de 2009

15h00 – Acção de Formação - (Auditório A.F. Braga)

 

06 de Setembro (Domingo) de 2009

11h30 – Provas físicas (Estádio 1.º de Maio – Braga)

 

25 de Setembro (Sexta) de 2009

21h00 - Teste Escrito (Auditório A. F. Braga)

 

ÁRBITROS ESTAGIÁRIOS E QUADRO JOVEM (Quadro Masculino)

 

29 de Agosto (Sábado) de 2009

08h30 – Provas físicas (Estádio 1.º de Maio – Braga)

 

29 de Agosto (Sábado) de 2009

14h00 – Acção de Formação - (Auditório A.F. Braga)

 

25 de Setembro (Sexta) de 2009

21h00 - Teste Escrito (Auditório A. F. Braga)

 

ÁRBITROS DOS QUADROS FEMININOS – 1.ª E 2.ª CATEGORIAS

ESTAGIÁRIAS E QUADRO JOVEM

 

29 de Agosto (Sábado) de 2009

08h30 – Provas físicas (Estádio 1.º de Maio – Braga) Todos os Quadro Femininos

 

29 de Agosto (Sábado) de 2009

14h00 – Acção de Formação - (Auditório A.F. Braga) 1.ª Categoria, Estagiárias e Quadro Jovem

 

05 de Setembro (Sábado) de 2009

09h00 – Acção de Formação - (Auditório A.F. Braga) 2.ª Categoria

 

11 de Setembro (Sexta) de 2009

21h00 - Teste Escrito (Auditório A. F. Braga) 1.ª Categoria

 

18 de Setembro (Sexta) de 2009

21h00 - Teste Escrito (Auditório A. F. Braga) 2.ª Categoria

 

25 de Setembro (Sexta) de 2009

21h00 - Teste Escrito (Auditório A. F. Braga) Estagiárias e Q. Jovem

 

Comunicados:

Constituição das Equipas 09/10

Datas curso de aperfeiçoamento 2009-2010 - 1ª. Acção de Formação

NORMAS CLASSIFICAÇÃO FEMININO 2009/2010

NORMAS CLASSIFICAÇÃO MASCULINO 2009/2010


"IN FOCO" - ENTREVISTA A ANTÓNIO RIBEIRO

Entrevistas naa.pt.vu

António Ribeiro, 25 anos, arbitro da AFB, estudante do curso de TIAT – Técnico de informação e animação turístico.

1º - A quanto tempo és arbitro?

Sou árbitro desde a época 2000-2001

 

2º - o que te levou a ser arbitro?

Enveredei pela carreira de arbitro, devido ao gosto que tinha pelo desporto e em particular pelo futebol, o facto de viver próximo de um clube e poder assistir a vários jogos por fim de semana, aumentou e despertou-me ainda mais a curiosidade. O porque de ser arbitro e não jogador simples? O que me levava ao jogo era essencialmente a função desempenhada por aquele senhor de “preto”, daí decidi informar-me como poderia tirar o curso de arbitro, surgiu a oportunidade de o tirar em braga, não hesitei, tinha eu 17 anos.

 

3º - Tem referências na arbitragem a nível nacional e internacional?

A nível nacional um dos meus ídolos era o Sr. Vítor Pereira, actual presidente da comissão de arbitragem da Liga, na actualidade a nível nacional temos um leque de árbitros muito bons, que faz da nossa arbitragem das melhores da Europa e com provas dadas. Mas como qualquer arbitro tenho as minhas preferências e referências que são o Jorge Sousa, Pedro Proença e o Artur Soares Dias. A nível internacional sou um espectador atento da arbitragem italiana, não esquecendo aquele que para mim foi até a pouco tempo o melhor arbitro, o Lubos Michel.

 

4º - Que pensas da arbitragem em Portugal e em Braga actualmente?

Como já fiz referência numa pergunta anterior temos dos melhores árbitros actuar no campeonato português, temos em escalões inferiores valores que a curto prazo darão que falar se acompanhados com uma metodologia de trabalho adequada. Na minha opinião a arbitragem quer a nível nacional quer a nível distrital tem sofrido melhorias que são apontadas por todos, trabalho esse que deve continuar e ser melhorado e apontar os esforços e meios para a formação continuada.

 

5º - É difícil conciliar a arbitragem com as outras actividades?

Esta pergunta leva-me a colocá-la de uma forma mais abrangente e falar do momento actual que se vive e se discute “Arbitragem Profissional em Portugal “. Responderia a essa questão de uma forma simples e rápida, ainda não estamos preparados para esse passo tão importante. Respondendo a pergunta, sim por vezes é difícil conciliar a arbitragem com a vida pessoal, mas quando tomei a opção de ser arbitro, sabia das dificuldades que iria acarretar, mas como costumo dizer, nada que com um pouco de esforço, vontade e gosto não consigamos. 

 

6º - Qual o teu momento mais feliz na arbitragem e o mais triste?

Felizmente tive e tenho bons momentos os quais me fazem continuar na arbitragem, mas claro que não poderia deixar de ser, se não o mais importante, dos mais importantes, a minha promoção ao quadro de árbitros de 3 divisão nacional, obtida em 4 anos de arbitragem. Como momento mais triste e que me levou a ponderar abandonar a arbitragem, foi a despromoção ao quadro distrital, passados 3 anos de arbitragem nacional, momento difícil que foi ultrapassado com o apoio dos verdadeiros amigos.

 

7º- Quais são os teus objectivos na arbitragem?

Mentiria ou omitiria se não dissesse que o principal objectivo é o regresso aos quadros nacionais da Federação Portuguesa de Futebol.


SER ÁRBITRO JOVEM NA REGIONAL

Luís Cunha, 23 anos, residente em Ronfe, estudante no 3º ano do curso de Relações Internacionais, é árbitro de futebol da 1ª categoria distrital.

Entrevista concedida pelo nosso associados ao Jornal "Entre - Vilas"

 

 

 

Tem havido uma polémica em torno da arbitragem portuguesa, na qual se questiona a qualidade dos árbitros portugueses. Existem razões para isso?

L. C - Não. A nível mundial a arbitragem portuguesa está entre as melhores, não sou eu que o digo mas são os analistas estrangeiros (FIFA, UEFA, etc.) que o dizem, temos o mesmo número de árbitros internacionais que outros países onde o campeonato é muito mais competitivo. Infelizmente a cultura desportiva em Portugal, como em muitos outros aspectos, não é a melhor e a mais saudável, discute-se incessantemente o erro do árbitro em vez da jogada bem feita, do golo fantástico, etc. A polémica é criada pela cobertura que a comunicação social dá a determinados agentes do futebol, pela impunidade, a nível interno, que ainda existe para com os mesmos. Basta por exemplo ver o comportamento dos mesmos aquando participação em provas europeias e a analise que fazem ao trabalho do arbitro, mesmo quando têm erros. O comportamento é diferente porque? Quero também lamentar ainda a não salvaguarda do futebol e do desporto pelo desporto, ou será por acaso que em países como a Espanha ou Inglaterra as repetições dos lances polémicos está limitada no espaço e no tempo?

 

A nível da arbitragem local, a missão de fazer carreira, ou subir de escalão, é complicada enquanto jovem árbitro? Porquê?

L. C - A missão não é de todo complicada, porem como em qualquer actividade existem passos e diferentes escalões para se aferir a qualidade de um árbitro. Todos os árbitros começam como estagiários e no ano seguinte são árbitros de 2º Categoria Regional, a partir deste momento a sua actividade como arbitro começa a ser avaliada e a sua progressão é realizada consoante as avaliações que lhe são realizadas. Um árbitro para chegar a 1º Categoria Nacional tem atrás de si um percurso iniciado como estagiário, 2ª Categoria Regional, 1º Categoria Regional, 3ª Categoria Nacional, 2ª Categoria Nacional e finalmente 1ª Categoria Nacional. Ora na minha opinião qualquer arbitro precisa de maturidade e experiência para chegar ao topo da arbitragem e claro que quanto maior a categoria mais elevada e a qualidade e a competitividade.

 

Existe bom senso por parte das pessoas que presenciam os jogos de futebol, ou, por outro lado, as pessoas não respeitam o trabalho de quem desempenha as funções de juiz de uma partida de futebol?

L. C - Como povo latino que somos gostamos sempre de dar um berros e outras palavras que agora não me atrevo a repetir, mas agora num tom mais sério tenho de dizer que em Portugal infelizmente dá-se demasiada importância ao arbitro, não tenho nenhum pudor em dizer que o arbitro deveria ser o menos importante numa partida de futebol. Contudo quero também afirmar que encontramos de tudo, pessoas que conseguem analisar de forma correcta um trabalho de um árbitro, deixando o fervor clubistico a parte e pessoas que não conseguem despir a camisola e a qualquer lance contrário a sua equipa insultam o árbitro. Creio que também em Portugal se criou infelizmente o hábito de algumas pessoas irem ao futebol simplesmente libertarem o stress e a pressão acumulada durante uma semana de trabalho escolhendo o insulto gratuito dirigido ao árbitro como “válvula de escape”.

 

Os actuais estádios da regional oferecem a segurança e as condições necessárias para que tudo decorra num ambiente seguro e desportivamente aceitável?

L. C - Em primeiro lugar na regional existem poucos estádios, maioritariamente são campos de futebol. Na regional temos de tudo, clubes com boas condições de segurança e outros onde a questão da segurança é relegada para segundo plano, porém creio que nos últimos anos o futebol distrital em Braga deu passos largos neste capitulo e para isso contribuiu a imposição de certos requisitos mínimos de segurança acelerando assim a criação de melhores condições.

 

É possível, nos dias de hoje, “viver” da arbitragem?

L. C - Hoje como no passado a arbitragem trás benefícios financeiros mas longe de alguém poder sobreviver condignamente da arbitragem. Mas vamos a exemplos, um árbitro da regional aufere em media 250 euros mensais, para isto tem de realizar no mínimo 8 jogos no mês, isto sábados e domingos do mesmo que são passados a arbitrar. A nível nacional os rendimentos sobem podendo um árbitro da 3ª nacional ganhar 450€/mês e um de 2ª nacional 600€/mês, porem não podemos esquecer que estes valores dependem dos jogos realizados, que não recebem subsídios e que estes valores são auferidos só em 7/8 meses por ano que é o tempo em que actuam. De salientar também que nestes escalões todas as despesas de treinos, material, calçado e outros são suportados pelos árbitros. Depois temos os árbitros da 1ª Categoria Nacional que auferem verbas mais altas como é de domínio público. Gostava também de referir algo que passa as vezes um bocado ao lado do conhecimento geral, todos os rendimentos auferidos pelos árbitros são colectados através de “recibo verde” (facto que está a afastar os mais novos da arbitragem pois o rendimento inicial de um arbitro não compensa o facto de estar colectado além de os mesmos desse modo perderem direito a regalias como por ex. bolsas escolares).

 

Quarta-Feira , 11 Março 2009

Fontes: Jornal "Entre - Vilas"

 

     
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